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A guerra dos Estados Unidos e de Israel é, inevitavelmente, também a guerra da Europa. Mas a Europa está dividida sobre como agir.
Os EUA e Israel não informaram os seus aliados europeus antes de bombardearem o Irão. Vergonhosamente, até o ministro da Defesa italiano ficou preso no Dubai, onde estava de férias com a família quando a guerra começou. Mas a UE teve de tomar rapidamente uma posição relativamente à guerra. Os países membros permitirão que os EUA utilizem as suas bases militares? E como irão proteger Chipre, membro da UE, que já teve de se defender dos drones iranianos? A resposta da Europa tem sido até agora caótica – e divisões profundas estão a vir à luz.
Este programa é produzido pela plataforma europeia ARTE e está disponível em 10 línguas através da parceria europeia de meios de comunicação EMOVE Hub. O centro é coordenado pela ARTE e inclui Balkan Insight (BIRN), Sinopsis (BIRN Roménia), El País (ES), Gazeta Wyborcza (PL), Internazionale (IT), Ir (LV), Kathimerini (GR), Le Soir (BE) e Telex (HU). A parceria recebe financiamento da UE na sequência do apelo da DG CNECT à criação de Centros de Comunicação Social Europeus no âmbito das Ações Multimédia da UE.
Nota de republicação: Este artigo foi publicado originalmente em inglês pelo Visão dos Balcãsveículo investigativo da Rede de Jornalismo de Crime Organizado e Corrupção (OCCRP), especializado em reportagens sobre os Bálcãs e o Leste Europeu. Traduzido e republicado por Da Reportagem com fins informativos, preservando a integridade jornalística do material original.


