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Zymer Potoku, de 84 anos, natural de uma aldeia não muito longe da capital, Pristina, aproveitou um dia ensolarado de fevereiro para visitar o centro da cidade e passar o sábado relaxando em uma de suas praças.
Alguns meses antes, porém, foi obrigado a viajar para a capital por um motivo diferente – comparecer ao gabinete dos reformados para verificar se ainda estava vivo, como era seu dever, de seis em seis meses. “Foi muito difícil para mim”, disse Potoku ao BIRN.
Potoku enquadra-se na categoria dos reformados que pagaram contribuições para o fundo de pensões durante 15 anos e por isso recebem cerca de 200 euros por mês.
Agora ele não precisa mais comparecer pessoalmente para reivindicá-lo. Em Dezembro de 2025, o Supremo Tribunal do Kosovo decidiu que uma ordem administrativa de 2015, que obriga todos os reformados a comparecer e confirmar que estão vivos, é ilegal.
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Nota de republicação: Este artigo foi publicado originalmente em inglês pelo Visão dos Balcãsveículo investigativo da Rede de Jornalismo de Crime Organizado e Corrupção (OCCRP), especializado em reportagens sobre os Bálcãs e o Leste Europeu. Traduzido e republicado por Da Reportagem com fins informativos, preservando a integridade jornalística do material original.


