Caso Ruy Ferraz: quem fez o quê na trama que matou inimigo do PCC
Três meses após a emboscada contra o ex-delegado-geral, investigação identificou 8 suspeitos e revelou divisão de tarefas na ação ordenada pela facção
O ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo Ruy Ferraz Fontes, um dos maiores especialistas do país no combate ao PCC, foi executado com 12 tiros de fuzil em 15 de setembro de 2025, em Praia Grande, no litoral paulista, onde era secretário de Governo da prefeitura. Duas pessoas que estavam perto foram baleadas e sobreviveram. Para a Polícia Civil e o Gaeco, do Ministério Público, foi uma execução ordenada pela facção.
A investigação identificou oito participantes diretos. As reportagens mostram o papel atribuído a cada um e o que os denunciados alegaram em sua defesa. Mostram também como mensagens do aplicativo Zangi, recuperadas nos celulares de Umberto Alberto Gomes, o Playboy, morto em confronto com a polícia no Paraná, levaram a um homem chamado apenas de Jota. Até dezembro de 2025, quando as reportagens foram publicadas, a polícia não sabia quem ele era.
Uma investigação Da Reportagem
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